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Eu olho para pessoas na rua!
Sejamos sinceros, todos olham. Todos e todas também, não queiram me enganar.
É natural, em especial quando existem pessoas bonitas. Não dá para ser hipócrita. Apesar de inevitavelmente acabar vendo alguns homens, no meu caso, é óbvio que olho mais para as mulheres.
Nosso olhar é automaticamente atraído por elas, pelas coisas belas. Um belo cabelo, olhos expressivos, curvas sedutoras, decote que praticamente te diz oi em duas línguas diferentes, ancas largas, ombros de fora, uma nuca com postura, uma coxa que te fisga, lábios carnudos. Enfim, beleza!
E temos de olhar mesmo. Elas também. E, salvo exceções modificadas cirurgicamente, é tudo natureza, é natural (e mesmo algumas modificações incrementam o que já era bom).
Olhar uma mulher bonita com admiração é o mesmo que contemplar uma bela paisagem. Você não deve ficar envergonhado por se encantar com uma bela árvore ou uma montanha. A natureza bela deve ser admirada, exaltada e maravilhar mesmo.
Entretanto, fica aqui uma dica para a garotada exaltada. Ninguém olha uma árvore e grita no meio da rua “que vontade de dar uma trepada ali, chupar essas mangas até secar”.
Ninguém olha uma bela montanha e solta “subia e não descia mais, que morro gostoso, me esfregaria nessa grama o dia todo”.
Admirar é diferente de dar voz a um ID descontrolado e, por vezes, desconexo!
A máxima bíblica do “tudo me é permitido, mas nem tudo me convém” tem uma versão mais simples para quem não entende. Você pode olhar, pode gostar, pode até arriscar soltar um charme, mas ser babaca não ajuda ninguém, dos tempos bíblicos até hoje…

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