conversa perto Eu simplesmente adoro aqueles toques suaves que as garotas dão nos nossos braços, mãos e ombros enquanto falam.

É uma coisa pequena, sutil, tão minúscula, mas que enche de encanto.

Cativa demais fitar o olhar de uma mulher-menina enquanto ela fala e, quando ela acredita ser um trecho mais importante da história, ou quando acha graça de algo, ela se debruça um pouco mais em sua direção e toca suavemente seu braço.

Os momentos de encanto variam, podem ocorrer quando elas têm uma pergunta a fazer; elas podem sorrir ou estar mais sérias, mas a beleza do pequeno gesto é a mesma. O cabelo cai um pouco em suas faces, o olhar brilha mais perto do seu e você consegue sentir um hálito fresco de uma mulher interessada. Delicioso.

Em contraposição a isso existem os exageros.

Vocês já se deram conta de como são irritantes aquelas pessoas que conversam com você te segurando pelo braço o tempo todo?

Existem muitos dessa espécie. São homens, mulheres, crianças, tios, tias, avôs, avós, desconhecidos, colegas de trabalho. Não basta apenas te ver na frente deles, não basta você balançar a cabeça e sinalizar que os escuta, eles precisam te agarrar, e não soltam!

O mais incrível é que raras são as vezes em que tais pessoas trazem alguma informação interessante, boas histórias, uma piada engraçada ou algo do tipo. No geral, todas as pessoas que te agarram falam coisas desinteressantes e chatas.

Talvez seja por isso que te seguram, elas devem estar acostumadas com a tentativa de fuga – ou suicídio – de seus interlocutores, então, por precaução, os agarram bem forte enquanto falam.

Que vontade de ter mais braços para que as doces mulheres os toquem suavemente enquanto falam.

Que vontade de cortar meus próprios braços para que nenhum imbecil tedioso me segure por mais tempo do que o devido.

 

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